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E quando o problema não é o que é dito, mas o que já não se diz mais?


Sabe aquele silêncio que vai tomando espaço nos grupos, nas empresas, nos projetos? Ele nem sempre é calma. Às vezes, é desistência.


Desistência de falar com quem não escuta. De insistir onde nada muda. De apontar o que precisa ser visto... e ser ignorado.


E quando as palavras param, o que fica?


Muitas vezes, o que permanece é:





Quantas pessoas caladas você conhece hoje... que já tentaram de tudo para serem ouvidas? Quantas ideias morreram no silêncio? Quantos talentos estão apenas ?cumprindo tabela?, esperando a hora de ir embora?


Talvez seja hora de perguntar:





Se queremos destravar esse ruído mudo, a comunicação pode (e deve) ser ponte. Por onde começar?


  1. Escutar com presença, sem já preparar a resposta.
  2. Reconhecer a dor antes de buscar a solução.
  3. Criar espaços seguros onde o diálogo possa florescer.


Porque o que pode acontecer de pior? ?não é o barulho do conflito, mas o silêncio da desistência. E quando ele se instala, nem sempre há retorno.


Você tem escutado os silêncios à sua volta?


Reflita sobre os ruídos à sua volta. Saiba que o silêncio constante pode ser um grito de alerta ou de socorro! Ouça ativamente.